O canhão do laranjal
Paulo Henrique é uma das armas do Nova Iguaçu no cariocão
Um dos pontos fortes do Nova Iguaçu está no ataque. A
equipe da Baixada Fluminense tem o artilheiro da competição, Schwenck, que
marcou dez vezes. Mas, em um caso especial, tem o volante e capitão da equipe,
Paulo Henrique, como destaque, pois marcou cinco gols pelo laranja iguaçuano,
sendo quatro em cobrança de faltas, o terror dos goleiros. O jogador espera que
tenha se tornado especialista e aproveitar as chances de fazer gols dessa
forma.
-Espero que sim, espero que sim. Estou treinando durante
a semana para quando puder ter estas chances fazer o gol. Disse.
Paulo Henrique não cita se existe uma técnica
diferenciada, mas ressalva apenas, que tudo depende do momento e da distância.
-Depende da distância da falta, da forma como o goleiro
arma a barreira e muito treinamento durante a semana. A gente treina de todas
as posições do campo. Frontal, lateral, vamos treinando e estou sendo feliz.
Ressaltou.
Por ser um dos grandes nomes do clube na competição,
Paulo sabe da importância que tem e principalmente do grupo que o Nova Iguaçu
montou.
-Sei da importância, não só nas bolas paradas. Estou
sendo feliz, como falei, nos treinamentos, mas também dentro de campo e poder
ajudar esse grupo maravilhoso que o Nova Iguaçu conseguiu montar e se Deus
quiser a gente vai atrás do nosso objetivo que é ganhar o segundo turno.
Comentou.
Para ter uma média boa em suas cobranças, Paulo fala que
treina muito, cerca de vinte ou trinta cobranças após os treinos, mas que o
aproveitamento não é muito, o que vale é a confiança na hora, no jogo.
-Juntando no total, umas vinte ou trinta, mais ou menos.
Com o aproveitamento de 50 a 60%. O aproveitamento não é muito bom. Mas, é mais
o treinamento, a confiança que a gemente vai ganhando. Querendo ou não, a
confiança aumenta com os gols que a gente vai fazendo de falta. Informou.
Dessa forma, Paulo tem noção da preocupação que leva aos
adversários e de como será observado melhor daqui pra frente. Mas, avisa, que
sempre que tiver oportunidade, vai buscar ser feliz.
-Isso é verdade, mas vamos ver, a cada jogo, a cada
partida, a gente vai trabalhar e quando tiver oportunidade eu vou bater, e se
Deus quiser ser feliz na batida. Disse.
Por fim, Paulo Henrique não poderia deixar de agradecer
aos que sempre estão à disposição para ajuda-lo nos treinamentos, suas vítimas
diárias. PH falou dos goleiros que sempre treinam com ele.
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